Flamengo x Lanús terá Gustavo Tejera como árbitro e escolha da Conmebol pode influenciar decisão da Recopa
A final ganhou mais um personagem.
A Conmebol definiu Gustavo Tejera para apitar Flamengo x Lanús.
E, em jogo desse tamanho, cada detalhe pode fazer diferença.
Conmebol escolhe Gustavo Tejera para decisão entre Flamengo e Lanús
Em partidas decisivas, a arbitragem sempre entra em pauta.
E quando se trata de uma final continental, o peso aumenta ainda mais.
A Conmebol optou por Gustavo Tejera para comandar o confronto entre Flamengo e Lanús na Recopa.
A escolha já movimenta debates entre torcedores.
Final não permite margem para erro.
Muito menos para peso da arbitragem em finais sul-americanas
Decisões internacionais costumam ser intensas.
Contato físico elevado.
Pressão emocional.
Reclamações constantes.
Nesse cenário, o árbitro precisa ter personalidade.
Controle do jogo.
Critério uniforme.
Qualquer decisão contestada pode mudar o rumo da partida.
E em confronto equilibrado, um detalhe define campeão.
O histórico e o perfil do árbitro
Gustavo Tejera é nome conhecido no cenário sul-americano.
Já comandou partidas importantes.
Tem experiência internacional.
Perfil considerado firme.
Mas, como qualquer árbitro, divide opiniões.
Em jogos grandes, não existe neutralidade emocional da torcida.
Se marca contra, é criticado.
Se marca a favor, é elogiado.
Por isso, o equilíbrio será essencial.
O impacto para o Flamengo
O Flamengo costuma ser protagonista ofensivo.
Pressiona alto.
Ataca com intensidade.
Busca contato dentro da área.
Se a arbitragem adotar critério mais rígido, o jogo pode ficar truncado.
Se permitir mais contato físico, a partida tende a ser mais dinâmica.
A leitura rápida do estilo do árbitro será fundamental para o time se adaptar.
Treinador e jogadores precisam entender o padrão logo nos primeiros minutos.
O impacto para o Lanús
Do outro lado, o Lanús também observará atentamente o perfil do árbitro.
Times argentinos costumam jogar com intensidade física.
Pressão constante.
Muita disputa de bola.
Se o critério for mais severo, cartões podem aparecer cedo.
Isso muda completamente a estratégia.
Especialmente em decisão onde expulsão pode ser fatal.
A reação da torcida rubro-negra
A torcida do Flamengo já começou a pesquisar histórico.
Lances antigos.
Polêmicas passadas.
Em finais, o torcedor quer segurança.
Quer que o jogo seja decidido apenas pelo futebol.
Nas redes sociais, a discussão cresce.
Mas, no fundo, o desejo é simples:
Que a arbitragem não seja protagonista.
Arbitragem segura e decisão sem polêmicas
No primeiro cenário possível, Gustavo Tejera conduz o jogo com firmeza e equilíbrio.
Aplica critério uniforme.
Controla reclamações.
Evita exageros disciplinares.
Se isso acontecer, o foco ficará exclusivamente nos jogadores.
A final será lembrada pelo futebol.
E não por decisões controversas.
Esse é o cenário ideal para qualquer competição.
Lances polêmicos e pressão externa
No segundo cenário, surgem lances interpretativos difíceis.
Pênalti ajustado.
Expulsão questionável.
Gol anulado.
Em final continental, qualquer lance assim vira debate eterno.
A pressão sobre arbitragem aumenta.
A torcida reage.
E o clima esquenta dentro e fora de campo.
Esse tipo de situação pode influenciar emocionalmente as equipes.
Minha análise sobre a escolha
Na minha visão, a Conmebol tende a escolher árbitros experientes para esse tipo de jogo.
Mas experiência não elimina pressão.
O ambiente será intenso.
Estádio cheio.
Clima decisivo.
O ideal é que o árbitro mantenha postura firme desde o início.
Evitar deixar o jogo “correr solto” demais.
Porque quando o controle escapa, recuperar é difícil.
O fator psicológico na decisão
Em finais, o emocional pesa tanto quanto a parte técnica.
Jogadores testam limite.
Tentam pressionar arbitragem.
Simulam faltas.
Reclamam.
Cabe ao árbitro manter autoridade.
Se permitir exageros, a partida pode sair do controle.
Por isso, postura nos primeiros minutos será determinante.
O que o Flamengo precisa fazer
Independentemente da arbitragem, o Flamengo precisa focar no próprio desempenho.
Evitar reclamações excessivas.
Manter concentração.
Não perder energia com discussões.
Finais são decididas por detalhes técnicos e mentais.
Time que mantém foco costuma sair na frente.
E disciplina pode ser diferencial.
A importância do VAR na decisão
Outro ponto crucial é o uso do VAR.
Em decisões continentais, ele costuma ser determinante.
Pênaltis revisados.
Impedimentos ajustados.
Lances interpretativos analisados.
Se bem utilizado, traz segurança.
Se gerar demora excessiva, aumenta tensão.
A comunicação entre árbitro e VAR será essencial.
Próximos passos antes da bola rolar
Agora, resta aguardar o início da decisão.
O Flamengo deve estudar o perfil do árbitro.
Orientar jogadores.
Simular situações de pressão.
Tudo faz parte da preparação.
Final se ganha nos detalhes.
E a arbitragem é um deles.
No fim das contas, a expectativa é que o jogo seja decidido pelo talento dos atletas.
Que a arbitragem passe quase despercebida.
E que o espetáculo esteja acima de qualquer polêmica.
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Fonte: Bolavip
