Luís Fabiano detona Vitor Roque e elenco do São Paulo após derrota para o Palmeiras
O clássico entre São Paulo e Palmeiras terminou em clima quente dentro e fora de campo. Após a derrota por 3 a 2, o ex-atacante tricolor Luís Fabiano não segurou a língua: criticou o jovem Vitor Roque, chamou o elenco são-paulino de “bonzinho demais” e questionou a postura da defesa no gol que iniciou a virada alviverde.
As declarações do Fabuloso viralizaram entre torcedores e reacenderam o debate sobre a falta de garra do time em jogos decisivos.
As críticas de Luís Fabiano ao gol de Vitor Roque
“Deixaram um pirralho fazer o gol” — o desabafo do Fabuloso
Logo após o jogo, Luís Fabiano comentou o primeiro gol do Palmeiras, marcado por Vitor Roque, e não economizou nas palavras:
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“Três zagueiros gigantes deixaram um pirralho fazer o gol de cabeça.”
A frase chocou parte da torcida, mas reflete o sentimento de indignação do ex-jogador com a falta de postura defensiva. Para ele, é inadmissível que um atacante tão jovem tenha tanta liberdade dentro da área, especialmente em um clássico decisivo.
Provocação nas redes e reação dos torcedores
A polêmica aumentou quando Vitor Roque fez uma publicação provocando o rival — algo que irritou ainda mais Luís Fabiano. O ex-atacante disse que o elenco tricolor aceitou a provocação com naturalidade, sem mostrar indignação:
“Não sou a favor da violência, mas, amigo, na minha casa eu não posso deixar o cara sair do banco, agredir meu companheiro…”
A crítica central é clara: o São Paulo perdeu o espírito competitivo que caracterizava o clube em clássicos do passado. Segundo ele, faltou reação emocional e imposição física.
O elenco do São Paulo sob fogo cruzado
“Os zagueiros são bonzinhos demais” — cobrança por atitude
Durante a análise do jogo, Luís Fabiano não poupou o sistema defensivo:
“Os zagueiros do São Paulo são bonzinhos demais…”
Para o ex-jogador, o problema vai além da técnica: o time demonstra falta de intensidade e personalidade. Em sua visão, um elenco com ambição de título precisa de jogadores que “comprem a briga” dentro de campo, principalmente em partidas grandes.
A fala ecoou entre os torcedores, que também cobraram mais raça e comprometimento do elenco, lembrando da época em que o São Paulo impunha respeito até nos estádios adversários.
Erro estratégico e falta de reação no 2 a 0
Outro ponto destacado por Luís Fabiano foi o momento da virada:
“2 a 0, 45 minutos, acabou o jogo, amigo. É tiro, porrada e bomba.”
Segundo ele, o time tricolor tinha total controle do placar e desperdiçou a vantagem por falta de concentração e intensidade. O São Paulo não conseguiu “matar o jogo”, permitindo que o Palmeiras reagisse e crescesse na partida.
O impacto da derrota e as lições deixadas
Palmeiras na liderança e pressão sobre o São Paulo
Com o triunfo, o Palmeiras assumiu a liderança do Brasileirão, aumentando ainda mais a pressão sobre o rival.
Para o São Paulo, a derrota e as declarações de Luís Fabiano servem de alerta: há uma sensação de que o time precisa resgatar sua mentalidade vencedora e espírito competitivo.
O ex-atacante não criticou apenas o resultado, mas sim uma cultura de complacência que, segundo ele, vem se arrastando há anos no Morumbi.
Hora de reagir e resgatar a identidade tricolor
O comentário de Luís Fabiano pode ser visto como um espelho para o elenco. Ele não falou apenas por indignação, mas também por amor ao clube. O recado é direto: o São Paulo precisa recuperar sua garra, postura combativa e o orgulho de vestir a camisa tricolor.
Jogadores, comissão técnica e diretoria devem interpretar as críticas como um chamado à mudança, e não como ofensa. O torcedor quer ver atitude e entrega, valores que sempre definiram os grandes momentos do clube.
entre a polêmica e a necessidade de mudança
As falas de Luís Fabiano podem ter causado incômodo, mas levantam uma discussão importante: o São Paulo perdeu sua essência combativa?
Chamar Vitor Roque de “pirralho” foi apenas uma maneira provocativa de expor o problema maior — a falta de imposição e respeito dentro de campo.
Se o Tricolor quiser se recuperar no campeonato e voltar a disputar títulos, precisa encarar esse tipo de crítica como combustível. É momento de união, garra e reconexão com o DNA histórico de superação.
